Vamos falar sobre a Tireoidite Crônica Autoimune – também chamada de Tireoidite de Hashimoto ?

Vamos falar sobre a Tireoidite Crônica Autoimune – também chamada de Tireoidite de Hashimoto ?

Olá, como você está? hoje vim falar de tireoidite crônica autoimune, desde já te agradeço a sua audiência…sou a Dra. Lineia Torres , sua dentista de confiança…

                            Várias doenças podem provocar o hipotireoidismo, contudo, a Tireoidite Crônica Autoimune – também chamada de Tireoidite de Hashimoto – é a mais frequentemente responsável pelo seu aparecimento. Ela ocorre mais comumente em áreas geográficas onde a dieta é insuficiente em iodo, tais como o Brasil. Nesse tipo de tireoidite são produzidas reações imunes contra as próprias estruturas do corpo humano. Em outras palavras, o organismo passa a atacar e destruir suas próprias células. Neste caso, as da glândula tireóide.

                 Há algumas condições que podem predispor as pessoas a um maior risco de desenvolver hipotireoidismo – tais como o histórico familiar de Tireoidite de Hashimoto na família-, quem foi submetido à radioterapia da região cervical ou à cirurgia do pescoço, quem têm outras doenças autoimunes (lúpus, vitiligo, artrite reumatóide etc.) e as mulheres no período pós-parto.

                 Dentre as alterações mais observadas na cavidade bucal de pacientes hipotireoidianos, destacam-se:

 As alterações na formação de dentina,

 hipoplasia do esmalte,

 Mordida aberta,

Retardo na erupção dentária e no desenvolvimento radicular,

 taurodontia ( uma anomalia de desenvolvimento dentário que se caracteriza por uma coroa dentária longa, câmara pulpar grande e raízes pequenas.

hipoplasia condilar(formação defeituosa do côndilo mandibular podendo ter origem congênita (presente desde o nascimento) ou adquirida (decorrente de traumas, infecções, radiação, desordens endócrinas, doença degenerativa das articulações ou ainda atropatia sistêmica).

 atresia maxilar ou mandibular (estreitamento dos arcos superiores e inferiores)

hiperdesenvolvimento da mandíbula, e prognatismo maxilar.

 Diastemas,

 Aumento da susceptibilidade à cárie, doença periodontal e gengivite,

 Hipossalivação,

 Disgeusia (ausência da sensação gustativa),

Macroglossia( língua grande)

 Além do atraso na cicatrização de feridas, também podem ser observados nos pacientes.

                     O tratamento do hipotireoidismo incluem a realização de cirurgias ou reposição hormonal, que é uma terapia mais simples, sendo a levotiroxina T4 a droga mais utilizada. Quanto às manifestações bucais, estas podem ser acompanhadas pelo cirurgião dentista, de modo a garantir uma adequação do meio bucal e a qualidade de vida dos pacientes, principalmente quando estão hospitalizados.

Gostou dessas dicas? Pois compartilhe com os amigos e seja um multiplicador de informações positivas e confiáveis…

Um grande abraço, até a próxima postagem…

Dra.Lineia Torres

CRO 1379 Odontoarch

Wz 86 99977 6892

http://www.odontoarch.com.br

@odontoarchdra.lineia

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